quinta-feira, 26 de julho de 2007

Bleh

Me sentindo egoísta, impotente, inútil, culpada, irritada.
Pq qd eu to bem tá td mundo mal e qd eu to mal ta td mundo bem?
Sapatos q machucam sucks, mas qual sapato nao me machuca? All Star, mas nao posso viver de All Star, infelizmente.
Precisando emagrecer.
E as aulas vão começar... Não quero.
E ta tudo chegando ao fim. Medo. Muito medo.
Não é o momento pra pensar, não quero.
Deixa eu voltar pro meu mundinho...

sábado, 14 de julho de 2007

Gente, meu niver foi mega divertido! Amei mto!!!!!!
Fotinhus no meu flog
- Tá q td mundo q vem aki vai no meu flog ¬¬ -

Enfim, ontem começou essa porcaria do pan.
Vou falar aqui o que já disse pra todo mundo q perguntou pq eu odeio o pan.
Pq o Brasil não tem estrutura pra um evento como isso.
Pq gastou-se milhoes de reais nessa parada, enquanto as pessoas continuam passando fome, morrendo, sem professor nos colégios, sem médicos nos hospitais, sem emprego, levando tiro, etc.
Preciso dizer mais?

Tem coisas que eu nao entendo. E que ninguem me explica.
Pq as pessoas nao conseguem aprender com os seus erros e com os erros dos outros a sua volta?
Pq elas teimam em repetir o que fizeram com elas e que elas nao gostavam?
"Você já saiu ontem, não vai sair hoje de novo"
Que que tem?! Eu não to de férias? Eu nao digo pra onde eu vou? com quem eu to? Quem vai me deixar em casa?
"Que horas você vai voltar pra casa?"
"Qd eu tiver afim de ir, eu tenho quem me leve"
"Então tchau"
Pq sempre é a mesma coisa quando sabe q nao faz diferença chegar a meia noite, ou as 2h, é tudo tarde, é tudo perigoso, mas eu nao vou a pé, nao vou sozinha, e me recuso a sucumbir a violência da cidade e nao sair mais de casa.

De saco cheio de tentar fuxicar o orkut alheio e ver que GERAL apagou os scraps.
EU NÃO APAGO OS MEUS!!!!!!!!!!
Quer fuxicar? Fuxica, vou fuxicar o seu tb! hehehehe

Odeio modinha.
Só pra quem nao sabe ainda.

Fds q vem tem friba!! UHUUUUUUUU

Carente.

Sim, post bagunçado, mas dá pra entender.
Se nao der tb, azar o seu, eu entendo.

Bjus pra quem tem a bondade de visitar - e comentar.

sábado, 7 de julho de 2007


HAPPY BIRTHDAY TO ME!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Ninguém leu o texto bonito dos índios. Ninguém se importa com a natureza mesmo.
Meio de saco cheio.
De saco cheio de ouvir gente reclamar, de tentar ajudar e não adiantar nada, de estudar, de trabalhar...
Com vontade de mandar todo mundo pra puta que pariu, pegar um avião e passar um ano longe.
Cansada, com sono, sem saco pra nada.
Mas domingo é meu aniversário e eu to feliz. Não tanto como eu tava até ontem, mas agora é isso e pronto.
Pensar cansa.
To carente. To precisando de carinho. To precisando de alguém pra conversar sem me julgar, sem se irritar, sem criticar... Quem me mandar ir pra um psicólogo, think again.
Ah, sei lá, nem sei pq to falando essa parada aqui.
To de saco cheio de ser responsável, de ser aquela q todo mundo tem expectativas, de ser a certinha do grupo.
To de saco cheio hj.
Happy Independence Day.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

E tá acabando...

“Estudar o direito é, assim, uma atividade difícil, que exige não só acuidade, inteligência, preparo, mas também encantamento, intuição, espontaneidade. Para compreende-lo é preciso, pois, saber e amar. Só o homem que sabe pode ter-lhe o domínio. Mas só quem o ama é capaz de domina-lo rendendo-se a ele.” Tércio Sampaio Ferrar Jr.

Vai dizer que não arrepiou os pelinhos do braço essa frase? hehehe
Mas vindo de quem é, arrepia acho que de medo hahaha
É, nós, estudantes de direito, alunos de Introdução ao Direito do tio Bolonha, sabemos como esse cara nos deixou noites sem dormir - e sem entender nada do que ele escrevia. Mas é hora de superar o passado e admitir que a frase é foda. Na verdade me deprime um pouco, pois vejo que nunca serei capaz de me render a ele. Não que eu não goste do que eu estudo, mas não tenho essa paixão não. Muito bom pensar nisso faltando seis meses pra acabar né?
Entretando, não tem outra coisa que eu diga: Ah, era isso que eu queria ser!
Sei lá, não me vejo fazendo nada específico, nada que seja a minha vida, e tal.
Enfim, não é hora de filosofar sobre o assunto, porque eu tenho uma monografia a preparar, e tá sendo estressante desde já. Pra quem não sabe - e tem curiosidade em saber - meu tema é Responsabilidade Civil por Dano Ambiental. Sem entrar em pormenores, estava aqui aumentando meu primeiro capítulo, lendo textos e tal, e me deparei com um texto muito foda. Em tempos de aquecimento global, destruição indiscriminada do meio ambiente, me fez pensar, e espero que faça vocês também. Eu sei que é grande, mas vale a pena dar uma lida.
Enjoy:

Resposta de uma tribo indígena a oferta de compra por parte do Presidente dos EUA de grande parte de suas terras (1854):

“Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?
Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. Seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos radiosos, os sulcos úmidos nas Campinas, o calor do corpo do potro, e o homem – todos pertencem à mesma família.
Portanto, quando o Grande Chefe em Whashington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar a nossa terra. Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.
Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.
Os rios são nossos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos, e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seus caminho. Deixa para trás os túmulos de seus filhos e não se importa. A sepultura de seus antepassados q não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.
Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas, talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma vê ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.
O ar é preciso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é preciso para nós, que o ar compartilha seu espírito como toda vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu ultimo suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.
Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.
Vocês devem ensinar às crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem às suas crianças o que ensinamos às nossas, que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligaçao em tudo.
O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida: ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.
Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode ser isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos – e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra: mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e feri-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão, talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.

Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força de Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnados de cheiro de muitos homens e a visão dos morros obstruída por fios que falam. Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a água? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência.”

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Hell Week...

Ai, essas semanas serão foda...
Essa ja ta sendo um inferninho no estágio...
E a próxima será um inferninho na facul...
Ui, ui...
Mas pra relaxar amanha eu vou pra night! UHUUUU
Por hoje é só
Kisses

domingo, 17 de junho de 2007

'Cause tonight is Saturday Night!!!

What a saturday night!
O dia começou prometendo ser tedioso como sempre, passado todo em frente ao computador, sem nem começar a arrumar meu projeto de monografia.
Aí consegui a boa vontade do meu pai de me levar na Feira dos Paraíbas onde seria o aniversário da Belliza.
Confesso, não é tão ruim como eu pensava. Apesar de não ter andado por lá - fui direto pro restaurante que seria a comemoração - o lugar não é dor piores. Mas não significa que eu gostei!
Enfim, comi batata frita, aimpim, bebi caipirinha e proseco (cortesia pra aniversariante) e comi o bolo delicioso da tia dela.
Amiga, parabéns de novo! Te amuuu!
Após troca de SMS com a Naty, eu e Ana Beatriz pegamos um táxi e fomos pra festa junina da UFRJ - Praia Vermelha. Eu já tinha ido ano passado com a Livia e tinha sido bem legal, e como meus amigos lindos iam estar lá, não pensei duas vezes.
Mas antes de ir a Ana falou que queria beber uma drink que ela tinha experimentado da última vez que ela tinha ido lá e que era muito bom. Vinho com leito condensado. O nome do drinque? Pau na Coxa. Sugestivo, não? Mas tenho que confessar que pau na coxa realmente é uma delícia.
Depois disso lá fomos nós no táxi, eu com medo de não ter dinheiro suficiente pra pagar ao homem, mas no final tudo deu certo e chegamos lá direitinhas - com menos R$24 no bolso. Logo encontramos os meninos - Naty, Wagner, Alice, Pedro, Marcelo (primo do Pedro), Luís e Nicole. Demos umas voltas, rimos, falamos besteiras, eles beberam cerveja, o Vinícios (amigo do Pedro) apareceu - cadê você nessas horas, Thati?! - começou a chover, guarda-chuva, aparições indesejáveis, conversas, Skol a R$1 na barraca de Ciências Contábeis, banheiro cheio, "Parabéns!", Alice que não bebe mais, meninos de engenharia civil tentando convencer Alice a beber, mais chuva, mais cerveja, forró, abraços, não tinha maçã do amor, "o menino de ciências contábeis queria muito te dar um beijo na boca!", "manda sua irmã beber!", stresse, e-mail, dinheiro, telefone, carteira, carro cheio, chuva... Não necessariamente nessa mesma ordem.
Só tenho a dizer que apesar de tudo foi muito divertido. Ainda mais por estar com essas pessoas que eu amo de todo o coração.
Espero que tudo tenha dado certo no final.
Thati, você fez muita falta.
Chegei em casa 3:30h da manhã. Ainda li um pouco antes de dormir.
Hoje acordei quase 13h. Ainda não fiz nada de útil. Triste isso...
Beijos para quem passa.